Rosácea: saiba o que é e como prevenir

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você já viu alguém com a pele extremamente vermelha e com acne? Isso pode ser Rosácea, uma doença vascular inflamatória crônica que pode piorar ao longo da vida. No entanto, existem diversos tratamentos com resultados expressivos. São conhecidos quatro tipos de variações:

- Eritemato-telangectasica (Subtipo1);
- Papulopustuloso (Subtipo2);
- Fimatoso/Rinofima (Subtipo3);
- Ocular (Subtipo4): pode acompanhar qualquer um dos outros ou de maneira isolada, podendo causar até cegueira.

A Rosácea normalmente inicia-se entre os 20 e 50 anos de idade e o paciente pode apresentar mais de uma forma clínica. É mais frequente em mulheres, porém também atinge os homens - sendo neles mais frequente a associação com a forma fimatosa - podendo aumentar os tecidos da face causando aspecto infiltrado, principalmente no nariz e região malar.

Facilmente detectável, essa doença apresenta esses sintomas:

- Flushing (vermelhidão facial de maneira súbita, associado à sensação de queimação desencadeado por alimentos condimentados, bebida alcóolica, atividade física, entre outros);
- Vermelhidão facial permanente;
- Pequenos vasos sanguíneos no nariz e bochecas (muitas vezes incham e tornam-se visíveis);
- Protuberâncias no rosto que se assemelham a acne;
- Secura ocular e pálpebras avermelhadas (com irritação, inchaço e nariz alargado);
- Pode engrossar a pele do nariz, fazendo com que adquira um aspecto grosseiro.

Apesar de não ter cura, existem diversos tratamentos que amezinam os sintomas em conjunto com mudanças de hábitos. Os ácidos são os produtos mais usados, mas cada variação tem a sua peculiaridade. Assim, é de extrema importância seguir as recomendações do médico dermatologista.

Mesmo sendo crônica, a Rosácea pode ser prevenida para evitar a piora de estágio, por exemplo, a moderação na alimentação, evitando comidas muito quentes e picantes, álcool em excesso e prestar atenção nos hábitos corriqueiros que podem colaborar para agravamento da doença - temperaturas muito altas, exposição ao sol, estresse e exercícios extenuantes.

A doença também tem um forte poder na autoestima. Por isso, além do tratamento com o dermatologista, um acompanhamento psicológico pode ser recomendável.

 

 

 


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